domingo, janeiro 16, 2011

Eurosondagem, 5-11 Jan, N=1010, Tel.

PSD: 37,3%
PS: 29,6%
CDS-PP: 10,1%
BE: 9,0%
CDU: 8,8%

Aqui.

9 comentários:

O Raio disse...

É espantoso mas estas eleições estão a ser caracterizadas por uma quase ausência de sondagens.
Fartei-me de procurar e só encontrei esta... vai ser uma surpresa...

Talvez não seja muito científica mas é o que se arranja.

Ver: http://cabalas.blogspot.com/2011/01/ate-que-enfim-uma-sondagem.html

Anónimo disse...

PSD+CDS com maioria.

Relação de forças CDS/PSD de 1 para 3,7. Esta relação era de 1 para 4,7 na coligação de 2002, o que é relevante.

Distribuição provável de deputados:
PSD: 100
PS: 77
CDS: 20
BE: 17
PCP: 16

Anónimo disse...

Com 120 deputados, o PSD Madeira (com 4 deputados) não é decisivo para a formação de uma maioria PSD+CDS.

O Raio disse...

Continuo espantado!
O meu comentário anterior foi obviamente uma provocação pelo que está a acontecer.
Nunca vi uma eleição sem sondagens! Mas, nesta, tal acontece.
Estamos a menos de uma semana de um dia que vai ser muito triste, pelo menos, para quatro ou cinco homens conforme haja ou não segunda volta e, praticamente não há sondagens!

Porquê?

Vejo várias hipóteses:

a) Cavaco vai de tal maneira à frente que isso pode desmobilizar parte do seu eleitorado;

b) Cavaco caiu de tal maneira que isso pode desmobilizar parte do seu eleitorado;

c) O nosso Tiririca será eleito à primeira volta com maioria absoluta.

Mas o que eu gostaria realmente de saber é quem (individual ou colectivamente) está a impor que não hajam sondagens.

Pedro Magalhães disse...

De facto são poucas, mas em 2001 foram ainda menos. Creio que se combina a percepção de que o resultado está decidido com dificuldades financeiras na imprensa.

Rui Meleiro disse...

Curioso argumento, Pedro Magalhães. No sábado o expresso apresenta uma "sondagem" de carácter dos candidatos. É feita uma sondagem sobre a posição dos partidos políticos, que agora publica aqui. A que dificuldades financeiras na imprensa se refere exactamente?

Pedro Magalhães disse...

O que me está a dizer é mais ou menos assim: "Ainda ontem esteve um dia de sol. A que coisa chamada 'Inverno' se refere exactamente?"

Miguel Madeira disse...

Posso estar enganado, mas dá-me a ideia de que o custo de fazer uma sondagem sobre o caractér dos candidatos é mais ou menos o mesmo que sobre as preferências de voto (se não for maior, porque requer mais perguntas).

E também não deve ser muito dificil, numa sondagem sobre intenç~~oes de voto em legislativas, meter uma pergunta sobre presidenciais.

Ou seja, se alguma imprensa ou agências conseguem fazer as sondagens que fizeram, é dificl perceber porque não fizeram as sondagens que não fizeram (passe a redundancia).

Pedro Magalhães disse...

O caso da Eurosondagem tem sido peculiar desse ponto de vista: se repararem, a Eurosondagem não tem incluído perguntas sobre presidenciais nos seus barómetros mensais, e quase todas as sondagens sobre presidenciais que fez foram presenciais com voto em urna. É uma opção de quem coordena estas sondagens, que só eles poderão explicar.

Sobre o resto, insisto. Por um lado, 2001 teve ainda menos sondagens, o que sugere que o baixo interesse da eleição se correlaciona com o número de sondagens. Para além disso, sei que há casos concretos em que as dificuldades financeiras dos media amplificam esse efeito no caso concreto. Ou então, se quiserem, são usadas como justificação para as sondagens não serem prioridade.