segunda-feira, outubro 10, 2005

Rescaldo Lisboa



Não há como escapar: as sondagens pré-eleitorais telefónicas foram mais precisas que as sondagens com simulação de voto. É certo que o caso do Porto desmente isto, mas os de Sintra e Faro recolocam o problema. Mais certo será dizer: não parece haver hoje quaisquer garantias de que, pelo menos nos grandes centros urbanos, a simulação de voto constitua uma vantagem metodológica. E isto, por si só, é muito interessante, chamando a atenção, por exemplo, para as grandes vantagens que as sondagens telefónicas trazem para uma melhor monitorização do trabalho de campo.

Novo "caso" com a Intercampus, mas tudo o que disse anteriormente sobre o Porto aplica-se aqui também.

Na boca da urnas, o padrão recorrente de menor precisão da Eurosondagem. Porquê? Não sei.
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